Oie sem tempo pra postar masi essa vou ter que marcar BLACK SABBATH VAI VIR AO BRASIL !
Banda da minha vida a minha trilha sonora! abaixo pego de minha revista com a biografia Sabbath que tme pelo menos 10 anos e qurdo com muito amor
Black Sabbath (1970)

O disco de estréia do grupo já nasceu clássico, a começar pela capa misteriosa que mostra uma suposta bruxa em momento de descontração, nos arredores de Birmingham. Apesar de ainda bastante impregnado pela sonoridade bluesy da época (notadamente em The Wizard, Evil Woman e Warning ), a banda já apontava na faixa-título para a sonoridade que iria virar marca registrada nos anos seguintes. A letra foi inspirada na estranha aparição de uma figura fantasmagórica no quarto do baixista Geezer Butler, então um fanático por ocultismo. Em 2003, a Rolling Stone americana colocou o álbum na 238ª posição da sua lista de 500 melhor álbuns de todos os tempos.
Faixas: Black Sabbath * The Wizard * Behind the Wall of Sleep * N.I.B. * Sleeping Village * Warning * Wicked World ( presente na versão americana, substituíndo “Evil Woman” e na reedição em CD de 1996, como faixa bônus).
Paranoid [1970]

Lançado pouco tempo depois do primeiro álbum, Paranoid já mostra a banda mais evoluída musicalmente, como atesta a balada psicodélica Planet Caravan e a chapada e pesadíssima Electric Funeral, mãe de todas as bandas de “stoner rock” do mundo. O carro-chefe do álbum, óbvio, é a malhadíssima faixa-título. O single de Paranoid chegou ao 4º lugar na parada britânica, para desespero da banda, que considerava a faixa “muito comercial”. O single seguinte, “Iron Man”, também foi bem nas paradas, ejetando o álbum para o topo das paradas no Reino Unido. Além dos dois clássicos, o disco ainda continha o libelo anti-bélico War Pigs e a hilária Fairies Wear Boots, sobre um episódio nada agradável envolvendo Geezer Butler e uma gangue de skinheads. Ocupa a 130ª posição na lista de 500 melhores álbuns de todos os tempos da Rolling Stone.
Faixas: War Pigs * Paranoid * Planet Caravan * Iron Man * Electric Funeral * Hand of Doom * Rat Salad * Fairies Wear Boots
Master of Reality [1971]

Em seu terceiro álbum (meu favorito, particularmente), o Sabbath dá o mapa da mina aos grunges com a ode à cannabis Sweet Leaf (“I love you sweet leaf, tough you can’t hear”) e a genial Lord of this World, regravada pelo Soundgarden (relevem) anos depois. A máquina de riffs de Iommi nunca esteve tão afiada quanto em Children of the Grave e Into the Void . De quebra, o guitarrista ainda assina sozinho dois números instrumentais (Embryo e Orchid). Children of the Grave e Sweet Leaf (que contém a tosse de Tony Iommi engasgando com um baseado na introdução) foram lançadas como singles. O disco também marca o início do período de consumo de drogas desenfreado pela banda. Ficou em 298º lugar na lista de 500 melhores álbuns de todos os tempos da Rolling Stone.
Faixas: Sweet Leaf * After Forever * Embryo * Children of the Grave * Orchid * Lord of This World * Solitude * Into the Void
Black Sabbath Vol. 04 [1972]

Flerte perigoso com o rock progressivo. Sem alarmes, nem surpresas: apesar da presença de Rick Wakeman (sim, aquele do Yes) na chorosa Changes, o Sabbath ainda traz um punhado de grandes canções que, se não alcançaram a mesma popularidade de algumas faixas dos álbuns anteriores, têm qualidade suficiente para serem considerados clássicos. Da abertura, com a sensacional Wheels of Confusion/The Straightener, passando pelo senhor riff de Supernaut, a sujeira de Cornucopia e descambando no final apocalíptico-apoteótico de Under the Sun/ Every Day Comes and Goes, tudo no álbum é brilhante. Inicialmente, a banda queria chamar o disco de Snowblind, gíria britância para cocaína, mas foi vetada pela a gravadora. Snowblind, a faixa, verdadeira ode ao pó, é uma das composições melodicamente mais ricas do Sabbath. A fixação dos caras pelo caratê colombiano era tão grande na época que eles tiveram a moral de listar a “grande companhia da COCA-Cola” nos agradecimentos do álbum.
Faixas: Wheels of Confusion/The Straightener * Tomorrow’s Dream * Changes * FX * Supernaut * Snowblind * Cornucopia * Laguna Sunrise * St. Vitus Dance * Under the Sun/Everyday Comes and Goes
Sabbath Bloody Sabbath [1973]

Depois dos excessos de álcool e drogas ilícitas na feitura dos dois últimos álbuns, o Sabbath enfrenta sua primeira grande crise criativa. Não fosse a genialidade de Tony Iommi, que numa bela tarde de terça-feira apareceu com o riff da faixa título e injetou a dose de ânimo necessária para a banda compor todo o resto do repertório do disco, teria sido o fim. Dispostos a arriscar ainda mais musicalmente, convidam de novo Rick Wakeman que põe o dedo em Sabbra Cadabra e na psicodélica Who Are You?. Inicialmente, muitos fãs torceram o nariz para essas e outras ousadias (como o arranjo de cordas em “Spiral Architect”), mas apesar das experimentações, acabou se tornando um dos álbum mais cultuados da discografia da banda. Deixando a vidagem de lado, a sonoridade “clássica” bate ponto em A National Acrobat, Killing Yourself to Live e na própria Sabbath Bloody Sabbath. Wakeman, amigo da banda de longa data, chegou a viajar com eles na turnê do álbum.
Faixas: Sabbath Bloody Sabbath * A National Acrobat * Fluff * Sabbra Cadabra * Killing Yourself to Live * Who Are You? * Looking for Today * Spiral Architect
Sabotage [1975]

Escancarando a fase experimental da banda, com arranjos de cordas e coros (!), o álbum marca o início daquilo que Ozzy chama de “obsessão pelo estúdio” de Tony Iommi. Em virtude da feitura minuciosa dos arranjos, o álbum acabou levando quase o dobro do tempo para ser finalizado. O maior destaque acaba sendo Symptom of the Universe, a faixa que cujo riff inventou todas as bandas de trash metal da década de 80. Na capa, o baterista Bill Ward aparece usando uma calça de ginástica feminina. Até hoje ele se esforça para explicar o porquê.
Faixas: Hole in the Sky * Don’t Start (Too Late) * Symptom of the Universe * Megalomania * The Thrill of it All * Supertzar * Am I Going Insane (Radio) * The Writ
Technical Ecstasy [1976], Never Say Die! [1978]

Os dois últimos álbuns da fase Ozzy são fracos e, nem de longe, lembram os melhores momentos da banda nos discos anteriores. Em Technical Ecstasy, a banda continua insistindo em teclados e sintetizadores e o samba do crioulo doido é tão vigente, que até Bill Ward larga as baquetas e se arrisca como cantor em Its Alright. Pouco após o lançamento de Technical Ecstasy, Ozzy pulou fora, voltou para gravar Never Say Die! e depois pulou fora de novo. Até a própria banda delega pouca atenção aos álbuns: no duplo ao vivo Reunion, de 1998, que marca a reunião (dã!) da formação clássica, só Dirty Women de Technical Ecstasy, aparece.
Faixas: Thecnical Ecstasy: Backstreet Kids * You Won’t Change Me * It’s Alright * Gypsy * All Moving Parts (Stand Still) * Rock’n Roll Doctor * She’s Gone* Dirty Women
Never Say Die!: Never Say Die! * Johnny Blade * Junior’s Eyes * A Hard Road * Shock Wave * Air Dance * Over to You * Breakout * Swinging the Chain
[Faixas-bônus:]
Nativity in Black – A Tribute to Black Sabbath [1994]

Disco tributo que reúne figurões do panteão do metal com outras bandas da classe Ç, homenageando ou “interpretando” alguns dos clássicos do Sabbath. Bruce Dickinson (Sabbath Bloody Sabbath) e Megadeth (Paranoid) não mudam uma nota das originais. White Zombie (Children of the Grave) e Faith No More (War Pigs, ao vivo) tomam lá suas liberdades mas não chegam a comprometer o resultado final. Já Ugly Kid Joe (N.I.B), Type O’ Negative (Black Sabbath) e 1000 Homo DJs - sim, esse era o nome da banda – (Supernaut) erram feio, às vezes beirando o constrangedor. Além disso, ainda tem Biohazard, Corrosion of Conformity, Sepultura (numa versão bastante boa de Sympton of the Universe) e o próprio Ozzy, junto com os insossos do Therapy?, mandado uma Iron Man fiel até demais ao original. A brincadeira rendeu um segundo volume em 2000 com System of a Down, Pantera, Slayer e outros.
Faixas: After Forever (Biohazard) * Children of the Grave (White Zombie) * Paranoid (Megadeth) * Supernaut (100 Homo DJ’s) * Iron Man (Ozzy Osbourne & Therapy?) * Lord of This World (Corrosion of Conformity) * Sympton of the Universe (Sepultura) * The Wizard (Bullring Bummies) * Sabbath Bloody Sabbath (Bruce Dickinson & Godspeed) * N.I.B. (Ugly Kid Joe) * War Pigs (Faith No More) * Black Sabbath (Type O’ Negative)
Reunion [1998]

Depois de vinte anos sem tocar juntos, os quatro membros originais do Sabbath se reuniram para duas noites em Birmingham em fins de 1997 . O resultado foram ingressos esgotados, histeria headbanger e o duplo ao vivo Reunion, que além dos melhores momentos registrados nas duas noites ainda trazia duas faixas inéditas em estúdio. Apesar de Ozzy já não ser mais aquele e o baterista Bill Ward viver na iminência de um ataque cardíaco, os velhinhos conseguem mostrar porquê são os malditos MAIORAIS. Descontada a falta de noção no estilo “agora só vocês” em Paranoid e a insipidez aterrorizante das duas faixas novas, o disco ainda rende momentos antológicos (e arrepiantes) como a versão de Snowblind, na qual Ozzy adiciona “cocaine” ao final de cada estrofe, do jeito que era originalmente antes da gravadora meter o dedo. A formação clássica saiu em turnê e voltou a se reunir nas edições de 2001, 2004 e 2005 do Ozzfest. Dizem que a reunião rola até hoje, mas vai saber…
Faixas: Disco 1 - War Pigs * Behind the Wall of Sleep * N.I.B. * Fairies Wear Boots * Electric Funeral * Sweet Leaf * Spiral Architect * Into the Void * Snowblind
Disco 2: Sabbath Bloody Sabbath * Orchid/Lord of This World * Dirty Women * Black Sabbath * Iron Man * Children of the Grave * Paranoid * Psycho Man * Selling my Soul
mais como nem tudo vem como a gente quer Nãio vai ter o Ozzy nem o Bill Ward... (chora) nada contra o Dio mais pra mim
|Sabbath sem eles não é Sabbath

Mas vai contar com os meus amores Tommy Iommi S2

E S2 Geezer Butler

pra mim pra sempre sera meu Black Sabbath

Chega por hoje né crianças .... Durmam com a luz acesa
Beijoss a quem passar